Sociedade voluntária

Sociedade voluntária

domingo, 23 de julho de 2017

700 milhões para aquisição de armamento

O PCP e o Bloco de Esquerda não podem pactuar com isto.
700 milhões de euros para gastar em armamento é voltar a alimentar os lobbies, não precisamos disto, não temos ameaça potencial num horizonte alargado, o que precisamos é de competência e eficiência nas forças armadas tal como em todas as áreas do Estado.

Que tal pegar nesse dinheiro e tornar a educação efectivamente gratuita para todos, os frutos a colher mais tarde serão verdadeiramente superiores.

Será que ninguém tem colhões para mudar a merda do paradigma e tirar Portugal da estratégia que não o deixa progredir e tornar-se um País evoluído, temos sempre de alimentar os grupos de interesse assim que existe um dinheirinho.
Com tantas áreas em que os cidadãos se queixam de uma deficiência cronica de qualidade dos serviços prestados pelo estado como retorno da extorsão de impostos a que estão sujeitos e resolve-se gastar dinheiro em armamento.

Esta merda chateia-me mesmo.

P.S. - Já a merda do PSD/CDS gastou uma pipa de massa em submarinos e pelos vistos o PS vai pelo mesmo caminho.

Ó António, foda-se pá, faz alguma coisa de diferente, alguma coisa melhor caralho.

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Ó António VI-

Ó António queres saber como se lida com o poder económico, os oligarcas sem ética e os encostados ao Estado????

Então toma lá!




Coitado do Pedro que ficou tão chocado.

domingo, 9 de julho de 2017

Sun Tzu, o paiol, a incompetencia e a UGT.

"Tuas virtudes, teus vícios tuas qualidades e teus defeitos influem igualmente no ânimo daqueles que representas."
- Sun tzu

" Entre as tropas estão as que fogem, que se retraem, as que se derrubam, as que se rebelam e as que são derrotadas. nenhuma destas circunstâncias constituem desastres naturais, senão que são devidas aos erros dos generais."
- Sun Tzu

Não deixa de ser interessante verificar que o enfase da comunicação da UGT sobre o assalto ao paiol foi a declaração de que "- Não estamos aqui para pedir que rolem cabeças"

é evidente que rolar cabeças sem alterar o método de organização é uma estratégia destinada ao fracasso mas tem de haver responsáveis, de uma vez por todas, sob pena de se perpetuar a elevação da incompetência.
O mesmo dito para a organização do sistema de combate aos incêndios.

Piada da semana.

Uma instalação militar foi assaltada porque as camaras de vigilância estavam avariadas,

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quinta-feira, 22 de junho de 2017

Os media.



Dir-se-ia que as televisões andam pela hora da morte, sim dir-se-ia se desatento, mas não, as televisões sabem muito bem o que estão a fazer, sabem muito bem qual o papel que lhes cabe e o papel que lhes cabe é o da exploração emocional dos indivíduos.

De todas as miseráveis televisões a pior é a TVI, é uma coisa que até faz comichão, a intensidade e extensão da exploração emocional dos telespectadores ultrapassa todos os limites do bom senso e da civilidade já para não falar do profissionalismo.

O que leva esta mulher, esta pessoa a fazer uma reportagem como vemos acima na imagem?

Eles sabem muito bem ao que conduz a exploração emocional das pessoas, sabem com certeza!

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Os incêndios, a saúde, a educação e a justiça.

O que têm em comum estas realidades?
Simples!
Entra governo, sai governo, entra governo, sai governo, entra governo, sai governo e os problemas continuam os mesmos.

Não vou dizer mais nada, é tudo tão humilhante que qualquer cidadão minimamente responsável fica desgastado.

Deve ser isso, querem vencer-nos pelo cansaço, só pode.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Os híbridos

Um governo determinado e com visão de futuro concebe a estratégia para a geração mais bem preparada de sempre mas não deve descurar a estratégia para a geração mais humanizada de sempre sob pena de se deparar com uma sociedade essencialmente consumista, egoísta, classista (mais ainda), segmentada (mais ainda) mas sobretudo uma sociedade vazada de valores humanos, sem ética muito menos moral.
Uma sociedade dividida entre os" have" e os" have not" ou se quisermos entre os escolhidos e os deploráveis (o termo não é meu atenção, mas o seu surgimento no léxico da actualidade tem significado).
Conforme a tecnologia avança, e avança veloz, uma nova geração é formada e preparada para se relacionar com ela, só que essa geração é cada vez mais diminuta e a necessidade que as cada vez mais rápidas novas tecnologias têm de elementos das novas gerações é também cada vez mais diminuta, assim qual será provavelmente o espelho do futuro?
Uma sociedade composta por uma elite de "capazes" e uma grande maioria de "obsoletos", esta tendência é já presente e os seus efeitos visíveis, os capazes de hoje já olham de cima e este olhar de cima reflete-se na ausência de solidariedade, na ausência de identificação com o outro e este outro inclui as gerações anteriores, as que também construíram o caminho, é como se o mundo tivesse começado com a nossa entrada nele.
Como tal a estratégia politica para a geração mais bem preparada sem uma estratégia para a geração mais bem humanizada pode conduzir á versão orgânica da automação e da inteligência artificial.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Voltámos aos sorteios António?

No tempo do outro começámos a sortear automóveis para que os cidadãos se tornassem cumpridores exímios na tarefa de cobradores de impostos em nome de um estado que os trata como deploráveis, agora vamos sortear salários para que os funcionários públicos façam economias nos serviços prestados pelo estado, vá lá pessoal todos a economizar papel higiénico, guardanapos, fotocópias e afins.
Mas está tudo louco?
Já escrevi aqui que considero que estamos numa fase da "regressividade" capitalista em que a faculdade racional se torna uma capacidade sobressalente, mas puxa, chegar assim aos dirigentes é um sinal alarmante.
Então não é o estado que tem de se organizar de forma o mais eficiente possível?
O sistema de saúde,
O sistema judicial,
O sistema de defesa.
A administração central.

Se for preciso umas dicas para tornar o estado mais eficiente posso partilhar, sem custos para o estado, só espero em retorno uma baixa de impostos sobre os cidadãos.

terça-feira, 25 de abril de 2017

Ó António V.

Realmente Portugal precisa de muitas obras, mas a serem feitas nas mentes dos Portugueses, é aí que devemos alocar todos os proveitos da recuperação económica.
Portugal precisa fazer em 2 legislaturas o que normalmente seria feito em 2 décadas.
Sabe com certeza que está em curso um processo de ... digamos suavemente... um processo de "amorfização" da pessoa humana.
É cada vez mais transparente este processo, é só tomar atenção aos intentos e aos significados.